***
Por muitas vezes me perguntei “o que é o amor? Ele existe?”
Por muitas vezes me perguntei “o que é o amor? Ele existe?”
E então eu vejo as pessoas
sonhando pelo momento em que vão conceber o amor. “Oh eu acabo de perceber que
eu amo alguém”. Há sempre essa comoção, uma espécie de reverência àquilo que o
amor simboliza para muitos: inalcançável.
Então eu me dei conta de
que o amor é tudo. Você não precisa
cumprir um protocolo para poder dizer oficialmente “eu amo você”. Você ama, simplesmente ama.
Apesar disso, há flutuando no espaço uma série de parâmetros nos quais as pessoas se baseiam para oficializar esse sentimento nobre que, por si só, não segue regras terrenas para existir.
Apesar disso, há flutuando no espaço uma série de parâmetros nos quais as pessoas se baseiam para oficializar esse sentimento nobre que, por si só, não segue regras terrenas para existir.
O amor, a meu ver, se
personifica em tudo o que você estiver disposto a fazer pelas pessoas que importam. O amor é
livre. Não está condicionado ao cumprimento de rituais sociais, ele não
acontece como um evento paranormal. Ele está desde o princípio como uma força
invisível que guia o mundo em meio a escuridão.
O amor é uma escolha, é uma
decisão. Amor é todo pensamento bom pelo próximo, amor é todo sentimento sincero, é um querer bem, é cuidado é comprometimento.
O amor, em todas as suas
formas, é sempre problematizado e tratado como algo tão inalcançável. Mas o amor
é simples. E é livre para quem quiser dar e receber.
Um dia minha avó me disse
algo que ficou marcado na minha vida. Eu questionei “por que essa coisa de amar e ser
amado é tão complicada?”, ela respondeu “filha, muitas pessoas não estão
preparadas para receber o amor que temos para dar porque não entendem que o
amor não é um peso”.
Desse dia em diante eu
entendi. Eu não tenho medo do amor. Eu vou amar, e quando amar, vou amar de verdade e com honestidade. Eu vou amar.
